Talvez algum leitor possa se identificar comigo. Em minha infância, muitas vezes pensei: “Por que tenho que aprender matemática e português? Por que meu pai me proibiu de fazer algo?” Na universidade, questionei o porquê de estudar algumas matérias. Entretanto, de repente, em uma fase da vida, essas informações tomaram um nível de revelação. Assim, pude ver aplicações práticas de tais informações e minha imaturidade diante de alguns questionamentos.
Paulo de Tarso, autor de grande parte do que conhecemos como Novo Testamento, é exemplo de alguém que adquiriu muita informação ao longo da vida. Ele foi um intelectual da época e conhecia muito bem a Lei do Senhor e os profetas. Durante uma fase da vida, toda informação recebida o forjou um perito na Lei, um perito religioso, porém sem revelação. (mais…)
Cruz , Reconhecimento e Destino…
Primeiramente, gostaria de contar-lhes uma historinha, adaptada e baseada em fatos reais, e que aconteceu e pode ainda estar acontecendo bem perto de nós.
Estamos vivendo um tempo onde se fala muito sobre adoração. Sobre intimidade. Sobre amor ao noivo. Sobre querer mais de Deus. Sobre Santidade. Nossas canções falam sobre isso. Nossas pregações falam disso. Há um sentimento pairando sobre o Brasil já há anos, um sentimento de mais de Deus.
Dízimos e Ofertas
São tantos os questionamentos e dúvidas quanto ao batismo. Uns dizem é que apenas um simbolismo, sem poder espiritual nenhum, outros afirmam ser uma forma de consagração.
Tenho recebido vários comentários e e-mails sobre o artigo “Santa Catarina – Um chamado ao arrependimento”. Testemunhos de pessoas que enviaram esse artigo para igrejas de Santa Catarina, outros que entenderam o peso de nossa intercessão como sacerdotes do Senhor. Mas também recebi alguns e-mails com dúvidas de pessoas sobre alguns pontos no artigo. Pontos que vou estar desenvolvendo nesse segundo artigo.
Todos temos visto o que está acontecendo em Santa Catarina. Como a chuva, que, por dois meses, tem destruído tudo ao seu redor e levado cidades inteiras ao caos, algumas até declararam estado de calamidade pública.
A maioria dos músicos ficariam apavorados se lançados numa plataforma à frente de um público, e então começasse a tocar melodias que não foram escritas, mas Misty Edwards não veria problema em encarar isso.


